Saiba quantos papas a igreja católica já teve e qual sua origem

Saiba quantos papas a igreja católica já teve e qual sua origem

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A história da Igreja Católica é integrante da história do Cristianismo e da civilização ocidental. A história da Igreja Católica cobre também um período de aproximadamente dois mil anos, com início após o advento de Cristo e o dia de Pentecostes, ocorrido 50 dias após o mesmo advento. A partir destes eventos, nasce o cristianismo. Após a sucessão destes acontecimentos e o envio de missionários ao mundo, os discípulos que foram dispersos pela perseguição que sucedeu por causa de Estevão (Atos dos Apóstolos 11:19 – 26) caminharam até a Fenícia, Chipre e Antioquia, e reuniram naquela igreja e ensinaram muita gente, e em Antioquia os discípulos de Cristo pela primeira vez foram chamados de Cristãos.

A palavra “papa” significa pae, até o ano 500 todos os bispos ocidentais foram chamados assim: aos poucos, restringiram esse tratamento aos bispos de Roma, que valorizados, entenderam que a Capital do império desfeito deveria ser Sede da Igreja. Originalmente, a palavra grega papas ou a latina papa foi aplicada a altos oficiais eclesiásticos de todos os tipos, especialmente aos bispos. A partir de meados do quinto século passou a ser aplicada quase que exclusivamente aos bispos de Roma. Foram múltiplos e complexos os fatores que levaram ao reconhecimento de que esses bispos detinham autoridade suprema sobre a Igreja ocidental.

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Há algumas controvérsias sobre o primeiro Papa. Alguns dizem que a Igreja Católica considera São Pedro – Simão Pedro, um dos 12 apóstolos de Jesus – o primeiro papa da história. Ele teria assumido a função de líder do cristianismo logo após a morte de Jesus, ainda no século I. Contrário ao que foi dito anteriormente, alguns supõe que Pedro não tenha sido o primeiro Papa. Ele morreu em 96 depois de Cristo e o primeiro Papa surgiu alguns séculos depois, no século III ou no ano 300 depois de Cristo. Outros consideram Nicolau l, ano 858, foi o primeiro papa a usar Coroa. Ele usou um Documento Conciliar falso (espúrio) dos Séculos 2.o e 3.o que exaltava o poder do papa e impôs autoridade plena. Assim, o “Papado que era recente, tomou-se coisa antiga”. Quando a farsa foi descoberta Nicolau já não existia.

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Alguns Papas foram assassinados. Seja por estrangulamento, envenenamento, mutilado ou decapitado. O número exato de Papas assassinados não se sabe. O papado também teve seus períodos sombrios, marcados por imoralidade e corrupção. Um desses períodos ocorreu entre o final do século IX e o início do século XI, quando a instituição papal foi controlada por poderosas famílias italianas. A história revela que um terço dos papas dessa época morreu de forma violenta: João VIII (872-882) foi espancado até a morte por seu próprio séquito; Estêvão VI (885-891), estrangulado; Leão V (903-904), assassinado pelo sucessor, Sérgio III (904-911); João X (914-928), asfixiado; e Estêvão VIII (928-931), horrivelmente mutilado, para não citar outros fatos deploráveis.

Ao mesmo tempo, não se pode deixar de reconhecer que ainda na Igreja Antiga os bispos de Roma alcançaram grande preeminência, que o papado em muitas ocasiões prestou serviços crucialmente relevantes à Igreja e à sociedade e que muitos papas foram homens de grande piedade, integridade moral, saber teológico e habilidade administrativa. Ao longo dos séculos, muitos dos principais eventos da história do cristianismo nas áreas da teologia, organização eclesiástica e relações entre a Igreja e a sociedade tiveram conexão com a instituição papal. Em primeiro lugar, há que se destacar a importância crescente da igreja local de Roma desde o primeiro século. O livro de Atos dos Apóstolos termina com a chegada de Paulo a Roma. O apóstolo aos gentios escreveu a principal de suas epístolas a essa igreja e no segundo século surgiu uma tradição insistente de que tanto Paulo como Pedro, os dois apóstolos mais destacados, haviam sido martirizados naquela cidade. Além disso, já numa época remota a igreja de Roma tornou-se a maior, a mais rica e a mais respeitada de toda a cristandade ocidental. Outro fator que contribuiu para a ascendência da igreja romana e do seu líder foi à própria centralidade e importância da antiga capital do Império Romano.

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Até 1929, os papas ficaram confinados no Vaticano quando Mussolini e Pio XI legalizaram com o tratado de Latrão esse pequeno Estado religioso que atualmente é “controlado pela Cúria Romana, mas governado pôr 18 velhos Cordiais, que controlam a carreira dos bispos e monsenhores, o papa fica fora dessa pirâmide.

Portanto, a igreja Católica já teve 265 Papas sem contar o Papa Francisco. Sendo que dos 265 Papas, 224 foram italianos. Dentre eles: 1 inglês, 1 holandês,16 franceses, 3 africanos, 3 espanhóis, 6 sírios, 2 iugoslavos, 1 português, 7 alemães, 1 palestino. O Papa Francisco é o pontífice de número 266, sendo o primeiro Papa argentino.

Fonte do artigo: https://cpaj.mackenzie.br/historia-da-igreja/igreja-antiga-e-medieval/o-papado-sua-origem-evolucao-historica-e-significado-atual/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_papas_assassinados
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Igreja_Cat%C3%B3lica

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